Papo de Amiga

Oi migaaaas!!

Fazia tempo que não postava o Papo de Amiga,né?! Estava com saudade!!

Sabe miga, cheguei num ponto da minha vida onde nada mais fazia sentido, eu não estava feliz comigo (como pessoa), e outras coisas que andavam me incomodando…

Sou formada em Design de Moda e tenho uma Extensão em Jornalismo de Moda, quando estava na faculdade eu sonhava com a minha própria marca de roupas, com minha loja… mas isso nunca aconteceu.

Eu até tinha uma esperança de que fosse acontecer algum dia, mas tantas coisas (ruins) começaram acontecer na minha vida que essa chama morreu de vez.

Comecei a ter pensamentos negativos sobre mim e sobre a vida. E isso piorou tudo.

Aí fiquei de saco cheio da pessoa reclamona que estava me tornando. Sério, eu mesma não estava me suportando. Coitado do meu marido!

E a TPM desse mês me fez refletir sobre todas essas coisas, e eu decidi que queria mudar minha vida completamente!

Foi aí que num domingo de tarde sem nada pra fazer, deitei na cama e tentei escolher alguma coisa pra assistir na Netflix.

Não estava achando nada, até que me deparei com a série Girlboss. Era o que eu estava precisando, de uma injeção de ânimo!

Se você ainda não assistiu a série, precisa saber que ela se trata de Sophia Amoruso, uma executiva de 100 milhões de dólares, fundadora do site Nasty Gal. É uma história real.

Em 2006, aos 22 anos de idade e após passar por vários empregos no início de sua vida adulta — apenas para ter direito ao plano de saúde —, Sophia resolve garimpar roupas vintage em brechós para vendê-las no eBay. Segundo a Forbes, com apenas seis anos de existência, a empresa já tinha vendido mais de US$ 300 milhões de dólares.

Existe o livro Girlboss – que a propósito eu quero muuuuito! – onde a própria Sophia conta em detalhes sobre sua experiência como empreendedora. A série foi feita para vender, então ela jamais chegará aos pés do livro.

Dito isso, vamos falar sobre algumas lições que podemos tirar do livro para a vida!

 

1- Invista em conhecimento

Sophia não tinha feito faculdade e não fazia ideia de como tocar um negócio. Ela tinha um ótimo olhar para garimpar as peças de roupas nos brechós e conhecia bem o público que consumia esse tipo de produto — afinal, era uma delas —, mas isso não era suficiente para empreender.

A primeira coisa que fez foi comprar o livro “Starting an Ebay Business For Dummies” (“Como Começar um Negócio no eBay para Principiantes”). Foi através dele que aprendeu como tocar sua loja — desde a escolha do nome até o fluxo de caixa.

 

2- Não perca tempo

Tem uma parte no livro que ela escreve: ” Toda vez que eu me levantava de manhã ao invés de dizer dane-se e voltar a dormir, eu gastava alguns minutos a mais na descrição de um produto até ela ficar perfeita eu estava escolhendo o meu destino, plantando as sementes do meu futuro.
É exatamente isso funciona como um trabalho de formiguinha, trabalhando e se dedicando todos os dias que você irá chegar a algum lugar!

 

3- Não desista de primeira

De uma coisa você precisa saber: Quase sempre vão existir pessoas querendo te derrubar.
Não foi diferente com a Sophia, denunciaram a loja dela do Ebay, mas nem isso fez com que parasse, trabalhava dia e noite garimpando peças, montando produções para fotos, enquanto as outras lojas tentavam a derrubar.

É muito mais fácil cuidar do seu e fazer o seu melhor do que prejudicar os outros, você não ganha nada com isso.
Os “concorrentes” da Sophia tentaram tanto que conseguiram acabar com a loja dela no eBay, mas ela já estava preparada para lançar o seu site oficial da Nasty Gal.

 

4- Controle suas finanças

Não aumente seus gastos quando sua renda aumentar, esse é um dos principais segredos, em muitas partes do livro ela fala sobre as finanças e sobre esse controle que devemos ter, mesmo quando começamos a ganhar mais.

Trate sua conta poupança como se fosse uma conta a pagar ( Sophia Amoruso)

 

 

 

*Para se inspirar, frases de Sophia:

Eu não devo perder tempo pensando em coisas ou pessoas que eu não quero na minha vida. Foque nas coisas positivas e você ficará impressionando com a quantidade de coisas boas que acontecerão. E quando elas, de fato, acontecerem, não diga que foi pura sorte. Isso é mágica e você mesma quem fez acontecer.”

Se você realmente acreditar que o que está fazendo vai ter resultados positivo, terá – mesmo que isso não seja imediatamente tão obvio”.

A energia que você vai gastar focando na vida de outra pessoa é mais bem gasta trabalhando sozinha. Seja apenas o seu próprio ídolo… Quando você acredita em si mesmo as outras pessoas também acreditam.” 

“Qualquer pessoa que quisesse fazer uma aposta certa, nos negócios ou na vida jamais teria apostado dinheiro em mim. Mas isso não me dissuadiu de apostar em mim mesma. No fim deitei as probabilidades.”

 

As lições de Sophia são valiosas e tenho certeza que, independente do seu segmento, caso você tenha a ideia de iniciar um negócio do zero (ou não), a Girl Boss é uma excelente fonte de inspiração!

 

 

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Fonte: https://www.huffpostbrasil.com/matheus-de-souza/licoes-da-girlboss-sophia-amoruso_a_22068938/

https://www.modefica.com.br/sophia-amoruso-conta-3-licoes-de-vida-de-uma-girlboss-que-sao-uteis-para-todo-mundo/#1

http://garotadenegocios.com.br/10-atitudes-empreendedoras-da-sophia-amoruso-girlboss/

Imagens: Google

 

Papo de Amiga

Oi migas!

Já faz um tempinho que tenho pensado num assunto e queria compartilhar com vocês.

Vocês já se sentiram pressionadas a serem BONITAS?

Essa pergunta soa um tanto quanto estranho, mas é isso mesmo que quero perguntar. Vocês já sentiram como se tivessem a OBRIGAÇÃO de serem bonitas?

Eu já!

Estou mais perto da casa dos 30 anos do que dos 20, me considero uma mulher (jovem ainda) mas madura. E mesmo assim ás vezes me pego me preocupando com a imagem que tenho passado, e se as pessoas vão me achar bonita. Isso parece coisa de adolescente mas de vez em quando bate aquela insegurança, sabe?

Vocês também sentem isso?

Acredito que desde pequenas as mulheres sofrem pressão por parte das amigas, dos meninos e até dos pais referente a imagem.

A mídia tem grande parte dessa influência negativa. As revistas sempre vendem a ideia de que precisamos ser magras, ter a pele e cabelos perfeitos, e que não podemos ter defeitos.

 

A SuperAbril fez uma matéria acerca de uma pesquisa realizada pela organização britânica Girlguiding com cerca de 1.600 garotas entre 7 e 21 anos que mostra que 25% das meninas entre 7 e 10 anos dizem que se sentem pressionadas a terem um corpo “perfeito”.

Essa revelação assustadora vem acompanhada de uma outra: 61% das garotas entre 7 e 21 anos não se sentem bem com a própria aparência.

Enquanto as meninas deveriam brincar, elas sentem o peso que acompanha a maioria das mulheres por toda a vida. Um terço das que têm entre 7 e 10 anos afirmam que se sentem induzidas a pensar que o mais importante sobre elas é a aparência e cerca de 38% delas sentem que não são “suficientemente bonitas”.

Forte não é?!

 

Vocês estão dentro dos padrões de beleza que nos é imposto? Eu não!

Não sou alta, não magra (sou falsa magra na verdade), tenho barriguinha, tenho celulite, tenho estrias, tenho papada (que é genética)…sou uma mulher real.

Na adolescência eu era muuuito magra, era tão magra que não tinha nem a voltinha da popa do bumbum. Vivia sendo zoada pelos meus colegas e pelo meu pai também! Ele dizia: Larissa, você esqueceu a bunda no varal?

Depois fui para a faculdade e engordei bastante, isso é normal quando se tem que trabalhar e estudar. Você não tempo nem de dormir direito, quando mais para se alimentar certo.

Eu não via a hora de me formar para começar a ir numa academia. Me formei e fui para a academia.

Emagreci e fiquei com o “corpo ideal”, mas eu nunca estava satisfeita com meu corpo. Queria ficar bombada, e vivia frustrada com minha aparência.

Por várias vezes me olhei no espelho e tive vontade de chorar quando via o que ele me mostrava.

O que estou contando aqui acontece com milhares de mulheres, e pode estar acontecendo com você.

Comecei a me libertar dessa paranoia quando passei a olhar para dentro de mim e ver que eu tinha diversas qualidades que poderiam ser trabalhadas e melhoradas.

Pode soar meio clichê, mas o essencial mora sim dentro de nós.

O exterior é só uma casca, quem somos mora DENTRO dessa casca. A nossa essência vive dentro. Gosto muito do filme “O amor é cego” porque ele retrata muito bem isso, se você ainda não assistiu, assista!

Por muitas vezes me arrumei para agradar meu marido, esperando um elogio dele, e o elogio NÃO veio. Eu queria morrer quando isso acontecia e queria matar ele.

Parei com isso. Me arrumo única e exclusivamente para MIM, uso o que EU gosto, compro o que EU gosto e não fico mais esperando elogio de ninguém, porque sei que estou linda!

Amiga autoestima é tudo!

Aprenda a se valorizar e se amar como você é.

Se for para emagrecer, emagreça porque você quer. Mude a cor do seu cabelo somente se você quiser. Pare de ser refém de opiniões alheias.

Quando vier aquele pensamento de insegurança (e ele vai vir) manda ele embora, amiga!

Você é linda como você é!!!

 

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Fonte: https://www.greenme.com.br/viver/costume-e-sociedade/4358-pressao-para-ser-bonita-meninas

Imagem: Google

 

 

 

 

Papo de Amiga

Oi migas!

Li um texto muito interessante e quero compartilhar com vocês…

Um comportamento que não é produtivo é típico de alguém que deseja receber uma carícia que lhe faz falta. Descobrir qual é essa carícia e dá-la é a melhor maneira de esvaziar esse comportamento.

Uma adolescente que briga com todo mundo em casa pode estar precisando escutar dos pais: “Filha, eu confio em você, é hora de você cuidar da sua vida. Sempre que precisar, conte conosco”. Um trabalhador que tem atos de rebeldia pode estar precisando que o chefe lhe diga o quanto é importante para o projeto. O marido que vive reclamando de tudo em casa pode estar precisando de um carinho na hora de dormir. Uma mulher amargurada pode estar necessitando de que a família lhe leve o café na cama com flores e bilhetes carinhosos, no domingo de manhã.

Quando alguém, em qualquer lugar, tiver um comportamento que não faz parte do seu jeito de ser, ele está falando bem alto: “Estou precisando me sentir importante para você!” Quando ele está falando alto e não é escutado, começa a gritar. Se não recebe nada em troca, acaba ficando afônico: seu corpo perde o viço, seu olhar perde o brilho… porque não conseguiu se sentir importante para a pessoa que ama.

Nossas condutas são induzidas pela necessidade de reconhecimento. Algumas, de maneira imediata: “Ei, por que você não me cumprimentou?” Outras, a longo prazo: “Eles ainda me pagam…!” Ou ainda: “Vou ganhar muito dinheiro para dar uma casa para os meus pais”.

Toda uma série de acontecimentos pode ser motivada por um simples gesto de atenção (lembram-se das loucas histórias de paixão de adolescentes, resultado, às vezes, de simples olhares?). A vida dos seres humanos é orientada quase sempre para receber do pai um abraço que não se conseguiu quando criança, de modo incondicional, simplesmente pelo fato de ser o filho. Carreiras que poderiam ter sido brilhantes vão desmoronando por falta de estímulos.

Muitas vezes os seres humanos funcionam como burros que caminham atrás da cenoura suspensa em uma vara, na frente, sem nunca poder comê-la. São pessoas que colocam um objetivo lá na frente, sem valorizar o prazer de viver o presente. Esse objetivo longínquo pode ser uma situação na qual supõem que irão receber muito reconhecimento quando atingirem o alvo.

É importante na nossa vida que cuidemos de procurar as carícias das quais necessitamos, ao mesmo tempo que a cada momento desfrutemos do fato de estarmos vivos.

por Roberto Shinyashiki

 

 

Então migas, quantas vezes acabamos nos sentindo deixadas de lado, ou temos a sensação de não estarmos sendo valorizadas.

Todo mundo já passou por isso pelo uma vez na vida. Você se esforça, dá o seu máximo e ninguém nota! É muito frustrante.

E quando essas coisas acontecem desanimamos e acabamos até por perder a felicidade.

Esperamos que outras pessoas ou mesmo coisas preencham nosso vazio e nos façam felizes. Mas se não formos pessoas naturalmente felizes NADA vai conseguir nos deixar feliz.

Sabe miga, seja feliz hoje e agora, seja feliz com a pessoa que você é e está se tornando. Comemore suas conquistas sem esperar que as pessoas comemorem com você, porque você sabe que a inveja existe e nem todo mundo ficará feliz com o seu sucesso.

Comemore as pequenas coisas, elas também são importantes!

Se aceite, se goste e pare de se cobrar tanto…

Miga, viva a sua felicidade sem esperar que vivam por você. Para de ficar se lamentando pelos cantos e vai comemorar a vida!

 

 

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Fonte: https://www.vyaestelar.com.br/post/7545/necessidade-de-se-sentir-importante-induz-a-atitudes-negativas

 

 

Papo de Amiga

Oi miga!!!

A segunda temporada de 13 Reasons Why (Os treze porquês) estreou na Netflix na sexta-feira dia 18/5 – e é claro que eu estou assistindo.

A primeira temporada da série deu o que falar, muita gente amou e muita gente odiou. Mas a verdade é que a série chocou a TODO mundo com o tema abordado.

Para quem não sabe, 13 Reasons Why fala sobre suicídio, estupro e bulling.

A narrativa da série (primeira temporada) é feita por Hannah Baker, uma garota que cometeu suicídio. Ela nos conta todos os motivos que a fizeram tomar a decisão de se suicidar. 13 motivos, 13 porquês.

Por várias vezes durante a apresentação do fatos Hannah diz coisas como: quem vai acreditar numa garota morta?” ou “ela apenas passou pelo que nós passamos todos os dias”.

Antes de cometer suicídio – mas com a decisão de fazê-lo já tomada – Hannah grava em fitas os motivos que a levaram a fazer isso, e as envia para as pessoas responsáveis por sua decisão.

Através de suas fitas, Hannah gera um confronto íntimo e direto de cada um dos outros personagens com as suas próprias personalidades, tentando fazer com que eles deixem de expurgar seus demônios interiores nos outros e tentem curar a si mesmos.

Aquele pensamento que diz que “pessoas feridas ferem pessoas” é intensamente explorado na série, chegando em um ponto onde tantas pessoas canalizam seus problemas em cima de Hannah até que ela não resiste mais.

Miga, eu gostei muuuito da série e quando acabei de assistir a primeira temporada entrei em choque. Eu chorei muito, eu não saia do quarto e comecei a pensar: será que já fui um porquê de alguém?

Esse era o objetivo da série, nos fazer refletir sobre nossas atitudes e palavras e não incentivar o suicídio, como muita gente disse.

Quero deixar claro que em nenhum momento apoiei a decisão de Hannah de culpar outras pessoas pela sua decisão e gravar as fitas. Acredito que pessoas tem o poder sim de dos magoar profundamente, mas que quem chega ao ponto de se suicidar tomou essa decisão sozinho.

E sabe miga, por mais que as pessoas nos magoem sempre tem alguém para nos ajudar, sempre tem alguém que realmente se importa conosco. As pessoas que nos magoaram não merecem ter nossas vidas em suas mãos.

A dificuldade dos jovens em procurar ajuda dos pais – que nem sempre necessariamente se dá pelo fato de eles serem distantes ou super ocupados –  poderia ser mais explícita na série, pois é difícil para os pais oferecerem auxílio diante de adversidades que eles não sabem que existem.

É difícil olhar adiante quando só conseguimos enxergar dores e decepções diante de nossos olhos, mas NADA dura para sempre, nem mesmo a dor.

Portanto miga, se você está passando por algo abordado pela série procure ajuda, não se cale!

Ligue 188, CVV – Centro de Valorização da Vida.

 

 

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” Mateus 11.28 a 30

 

 

NÃO SEJA UM PORQUÊ.

 

 

 

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Fonte: http://cinepop.com.br/precisamos-conversar-sobre-13-reasons-why-a-serie-sobre-suicidio-da-netflix-141611

Imagem: Google