Papo de Amiga

Oi migas!

Li um texto muito interessante e quero compartilhar com vocês…

Um comportamento que não é produtivo é típico de alguém que deseja receber uma carícia que lhe faz falta. Descobrir qual é essa carícia e dá-la é a melhor maneira de esvaziar esse comportamento.

Uma adolescente que briga com todo mundo em casa pode estar precisando escutar dos pais: “Filha, eu confio em você, é hora de você cuidar da sua vida. Sempre que precisar, conte conosco”. Um trabalhador que tem atos de rebeldia pode estar precisando que o chefe lhe diga o quanto é importante para o projeto. O marido que vive reclamando de tudo em casa pode estar precisando de um carinho na hora de dormir. Uma mulher amargurada pode estar necessitando de que a família lhe leve o café na cama com flores e bilhetes carinhosos, no domingo de manhã.

Quando alguém, em qualquer lugar, tiver um comportamento que não faz parte do seu jeito de ser, ele está falando bem alto: “Estou precisando me sentir importante para você!” Quando ele está falando alto e não é escutado, começa a gritar. Se não recebe nada em troca, acaba ficando afônico: seu corpo perde o viço, seu olhar perde o brilho… porque não conseguiu se sentir importante para a pessoa que ama.

Nossas condutas são induzidas pela necessidade de reconhecimento. Algumas, de maneira imediata: “Ei, por que você não me cumprimentou?” Outras, a longo prazo: “Eles ainda me pagam…!” Ou ainda: “Vou ganhar muito dinheiro para dar uma casa para os meus pais”.

Toda uma série de acontecimentos pode ser motivada por um simples gesto de atenção (lembram-se das loucas histórias de paixão de adolescentes, resultado, às vezes, de simples olhares?). A vida dos seres humanos é orientada quase sempre para receber do pai um abraço que não se conseguiu quando criança, de modo incondicional, simplesmente pelo fato de ser o filho. Carreiras que poderiam ter sido brilhantes vão desmoronando por falta de estímulos.

Muitas vezes os seres humanos funcionam como burros que caminham atrás da cenoura suspensa em uma vara, na frente, sem nunca poder comê-la. São pessoas que colocam um objetivo lá na frente, sem valorizar o prazer de viver o presente. Esse objetivo longínquo pode ser uma situação na qual supõem que irão receber muito reconhecimento quando atingirem o alvo.

É importante na nossa vida que cuidemos de procurar as carícias das quais necessitamos, ao mesmo tempo que a cada momento desfrutemos do fato de estarmos vivos.

por Roberto Shinyashiki

 

 

Então migas, quantas vezes acabamos nos sentindo deixadas de lado, ou temos a sensação de não estarmos sendo valorizadas.

Todo mundo já passou por isso pelo uma vez na vida. Você se esforça, dá o seu máximo e ninguém nota! É muito frustrante.

E quando essas coisas acontecem desanimamos e acabamos até por perder a felicidade.

Esperamos que outras pessoas ou mesmo coisas preencham nosso vazio e nos façam felizes. Mas se não formos pessoas naturalmente felizes NADA vai conseguir nos deixar feliz.

Sabe miga, seja feliz hoje e agora, seja feliz com a pessoa que você é e está se tornando. Comemore suas conquistas sem esperar que as pessoas comemorem com você, porque você sabe que a inveja existe e nem todo mundo ficará feliz com o seu sucesso.

Comemore as pequenas coisas, elas também são importantes!

Se aceite, se goste e pare de se cobrar tanto…

Miga, viva a sua felicidade sem esperar que vivam por você. Para de ficar se lamentando pelos cantos e vai comemorar a vida!

 

 

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Fonte: https://www.vyaestelar.com.br/post/7545/necessidade-de-se-sentir-importante-induz-a-atitudes-negativas

 

 

Papo de Amiga

Oi miga!!!

A segunda temporada de 13 Reasons Why (Os treze porquês) estreou na Netflix na sexta-feira dia 18/5 – e é claro que eu estou assistindo.

A primeira temporada da série deu o que falar, muita gente amou e muita gente odiou. Mas a verdade é que a série chocou a TODO mundo com o tema abordado.

Para quem não sabe, 13 Reasons Why fala sobre suicídio, estupro e bulling.

A narrativa da série (primeira temporada) é feita por Hannah Baker, uma garota que cometeu suicídio. Ela nos conta todos os motivos que a fizeram tomar a decisão de se suicidar. 13 motivos, 13 porquês.

Por várias vezes durante a apresentação do fatos Hannah diz coisas como: quem vai acreditar numa garota morta?” ou “ela apenas passou pelo que nós passamos todos os dias”.

Antes de cometer suicídio – mas com a decisão de fazê-lo já tomada – Hannah grava em fitas os motivos que a levaram a fazer isso, e as envia para as pessoas responsáveis por sua decisão.

Através de suas fitas, Hannah gera um confronto íntimo e direto de cada um dos outros personagens com as suas próprias personalidades, tentando fazer com que eles deixem de expurgar seus demônios interiores nos outros e tentem curar a si mesmos.

Aquele pensamento que diz que “pessoas feridas ferem pessoas” é intensamente explorado na série, chegando em um ponto onde tantas pessoas canalizam seus problemas em cima de Hannah até que ela não resiste mais.

Miga, eu gostei muuuito da série e quando acabei de assistir a primeira temporada entrei em choque. Eu chorei muito, eu não saia do quarto e comecei a pensar: será que já fui um porquê de alguém?

Esse era o objetivo da série, nos fazer refletir sobre nossas atitudes e palavras e não incentivar o suicídio, como muita gente disse.

Quero deixar claro que em nenhum momento apoiei a decisão de Hannah de culpar outras pessoas pela sua decisão e gravar as fitas. Acredito que pessoas tem o poder sim de dos magoar profundamente, mas que quem chega ao ponto de se suicidar tomou essa decisão sozinho.

E sabe miga, por mais que as pessoas nos magoem sempre tem alguém para nos ajudar, sempre tem alguém que realmente se importa conosco. As pessoas que nos magoaram não merecem ter nossas vidas em suas mãos.

A dificuldade dos jovens em procurar ajuda dos pais – que nem sempre necessariamente se dá pelo fato de eles serem distantes ou super ocupados –  poderia ser mais explícita na série, pois é difícil para os pais oferecerem auxílio diante de adversidades que eles não sabem que existem.

É difícil olhar adiante quando só conseguimos enxergar dores e decepções diante de nossos olhos, mas NADA dura para sempre, nem mesmo a dor.

Portanto miga, se você está passando por algo abordado pela série procure ajuda, não se cale!

Ligue 188, CVV – Centro de Valorização da Vida.

 

 

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” Mateus 11.28 a 30

 

 

NÃO SEJA UM PORQUÊ.

 

 

 

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Fonte: http://cinepop.com.br/precisamos-conversar-sobre-13-reasons-why-a-serie-sobre-suicidio-da-netflix-141611

Imagem: Google

 

 

 

Papo de Amiga

Oi migas!

Vocês estão bem? E as novis?

Miga, quando a gente fala sobre o mês de Maio vem sempre uma coisa na cabeça: Maio é o mês das noivas.

É o mês das Mães também, as inspirações de nossas vidas!

Mas hoje quero falar com vocês sobre casamento.

Toda mulher (ou quase todas) sonhava quando era criança em encontrar o príncipe encantado para se casar com ele,e viverem felizes para sempre…

Ah! Disney, se você soubesse o que penso sobre isso… 

Mas acontece que casamento não é um mar de rosas.

Não estou aqui jogando um balde de água fria nos sonhos de ninguém, estou sendo realista. Eu mesma me casei acreditando que minha vida seria um conto de fadas e que com nós dois tudo seria perfeito.

Nos casamos no dia 09/05/15, e esse post é para comemorar os nossos 3 anos de casados. Já estou casada há um tempinho então vou compartilhar minha experiência com vocês.

Nossa história de amor é muito legal, não vou me estender, mas nos conhecemos aos 15 anos de idade, ficamos quase 7 anos sem ter notícias um do outro e depois nos reencontramos. Foi a resposta de uma oração minha, e aqui estamos nós completando 3 anos de casados e 5 anos juntos.

Eu morava com os meus pais até nos casarmos, e quando casamos saí do ninho de meus pais direto para o meu novo lar, com o Cris.

Nunca morei sozinha e o Cris já. É óbvio que ele sabia mais sobre a vida do que eu. Eu era totalmente imatura em relação á vida.

Outra coisa, nos mudamos de cidade, fui morar longe da minha mãe, numa cidade maior.

Depois da primeira semana de casados, comecei a me dar conta de onde tinha me enfiado!

As roupas não se lavavam sozinhas, a casa não se limpava sozinha, a comida não se fazia sozinha… Comecei a ter um choque de realidade. A partir daquele momento era só EU.

Eu ajudava em casa, ajudava minha mãe mas não era responsabilidade minha, era só uma ajuda. Na minha casa se eu quisesse ver tudo limpo e em ordem, era tudo eu.

Você pode estar pensando “Nossa, seu marido não fazia nada?”

Miga, nessa época eu não estava trabalhando. O Cris trabalhava a noite, dormia de dia e ainda estudava. Era justo eu cobrar a ajuda dele?

Mas esse não era o problema…

Começaram a surgir as diferenças e a convivência juntos se tornou difícil. Eu era de um jeito e ele de outro, eu queria A e ele B. Não falávamos a mesma língua.

Enfrentamos muitos problemas com relação a isso, mas superamos todos, graças a Deus.

Hoje nossa relação é muito boa e eu estou muito feliz em meu casamento.

É claro que não é um mar de rosas (e nunca vai ser), afinal somos seres humanos, cometemos erros mas também acertamos. Temos que valorizar os acertos do outro e aprender juntos todos os dias.

O meu recado pra você é o seguinte miga, se você tem vontade de se casar, case mas cuidado!

É muito fácil ficarmos iludidas com todo o preparativo do casamento, sonhando com o “grande dia”, e não é nada difícil pensarmos na vida a dois assim também.

Não vai ser fácil a convivência, não existem pessoas perfeitas, você vai ter que ceder, vai ter que se calar e vai perceber que as coisas não serão sempre do seu jeito.

Mas vale a pena! A vida a dois é um aprendizado, você se torna uma pessoa melhor, mais maleável e não há nada como amar alguém e se sentir amado!

 

“Um casamento perfeito é apenas duas pessoas imperfeitas que se recusam a desistir um do outro.”

“O casamento não consiste na fácil união de dois corpos, mas sim na difícil união de duas mentes.”

“Manter um bom casamento pode não ser fácil, mas superar as dificuldades o faz cada vez mais forte.”

“Um casamento baseado em amor e revestido de perdão tem tudo para ser duradouro.”

 

 

 

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Papo de Amiga

Olá migas!!!

Vocês tem o costume de ler revistas femininas daquelas que falam sobre relacionamentos amorosos, dietas e fofocas de famosos?

Miga pára com isso!  Essas revistas são um veneno para nós mulheres.

Pra começar na capa da revista tem sempre uma mulher com o “corpo perfeito” e coisas do tipo: “emagreça 15 quilos em 20 dias”… isso é surreal!

E conforme você vai folheando a tal revista chega na parte dos conselhos amorosos. Meu Deus! Juro pra vocês que li numa dessas revistas um artigo ensinando como manter uma relação extraconjugal para “esquentar a relação”. Onde está a coerência disso?! Trair para manter seu casamento bem??? OI?

Minha avó tem várias dessas revistas e ás vezes eu pegava uma outra para dar uma olhada e sempre ficava frustrada e abismada com as coisas que lia.

As revistas que dizem para nos amarmos da forma que somos, são as mesmas que dizem para fazermos a dieta maluca para secar em uma semana. Ué, não é pra gente se gostar como está? 

É claro que sempre podemos melhorar e não há nada de errado em querer perder uns quilinhos, mas com equilíbrio e com saúde e não passando fome, vivendo só de ar.

Miga, sabe por que essas revistas tem tantas leitoras assíduas? Porque elas falam sobre o que nós mulheres gostamos, moda, relacionamentos, dietas…

Mas falam da forma errada, te obrigam a desejar um estereótipo que não é seu, te ensinam a lidar com seu relacionamento das formas mais tóxicas possíveis, e te deixam alienada só comentando sobre a vida do fulano e do ciclano. 

Já faz um bom tempo que eu parei de ler essas revistas e vou te contar, foi bem melhor assim!

Aqui no blog eu falo sobre moda, beleza, relacionamento e vida saudável mas eu falo sobre o que eu sei e as coisas que dão certo para mim, eu sou uma mulher real (assim como vocês); eu também tenho medos, inseguranças e dúvidas,e além do mais eu tento trazer tudo á luz da Bíblia.

A Bíblia tem que ser a bússola para a mulher cristã e não as tais revistas, e pode ter certeza que se você ficar seguindo conselhos amorosos do nível que essas revistas apresentam seu relacionamento vai desmoronar e talvez possa ser irreversível.

Por quê ficar procurando lá fora quando tem tantos blogs e sites cristão excelentes para mulheres? Migas, pensem nisso com carinho e deixa essas revistas pra lá! 😉

 

 

“Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho.”  Salmos 119:105

 

 

 

 

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Imagem: Google